O Clube de Regatas do Flamengo segue atento às oportunidades de mercado, mas a postura da diretoria é de extrema cautela diante da inflação nos preços de jovens talentos sul-americanos. O nome mais recente a surgir no radar foi o do atacante argentino Santino Andino, joia do Godoy Cruz.
Apesar do interesse, as condições impostas pelo clube argentino esfriaram o entusiasmo inicial. De acordo com informações da imprensa argentina, o Godoy Cruz já teria recusado propostas da Europa e fixou o valor de venda em 14 milhões de dólares (aproximadamente R$ 75 milhões).
Custo-benefício em análise
Para a cúpula do futebol rubro-negra, o montante exigido por Andino é considerado excessivo para o momento, especialmente quando o clube tem carências mais urgentes a suprir.
A estratégia do Flamengo para esta janela está bem desenhada:
Prioridade 1: Contratação de um centroavante de peso para disputar posição com Pedro e Gabigol.
Prioridade 2: Um novo goleiro para dar mais segurança e profundidade ao setor.
Mercado difícil: Casos Kaio Jorge e Brazão
O cenário de "pedidas astronômicas" não se restringe à Argentina. O Flamengo tem enfrentado dificuldades similares em negociações dentro do Brasil. O Cruzeiro já rechaçou três investidas por Kaio Jorge, estipulando uma multa de 50 milhões de euros, valor que o Flamengo não pretende atingir.
Da mesma forma, o Santos tem feito jogo duro para liberar o goleiro Gabriel Brazão. Com o mercado aquecido e os clubes rivais dificultando saídas para o Mais Querido, a diretoria foca em nomes que ofereçam um retorno técnico imediato sem comprometer a saúde financeira do clube para o restante da temporada 2026.
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