A final da Supercopa do Brasil de 2026, realizada em Brasília entre Flamengo e Corinthians, foi marcada por um acontecimento inesperado e controverso. O meia Jorge Carrascal foi expulso após o apito do árbitro, gerando confusão tanto nas arquibancadas quanto entre os espectadores. O efeito dessa decisão se refletiu imediatamente na dinâmica de jogo da equipe rubro-negra.
No fechamento do primeiro tempo, Carrascal agrediu o jogador corintiano Breno Bidon com uma cotovelada. Embora o primeiro tempo tenha sido encerrado logo após o lance, os árbitros decidiram revisitar a jogada assim que as equipes se preparavam para retornar ao campo, através do sistema de VAR. Este fator foi decisivo para a aplicação do cartão vermelho ao jogador colombiano, que deixou seu time em desvantagem numérica.
A regulamentação da IFAB permite que a autoridade do árbitro permaneça ativa mesmo durante o intervalo. Isso significa que o árbitro pode tomar decisões disciplinares relacionadas ao que ocorreu até o término da primeira etapa, assegurando a integridade do jogo e a justiça nas atuações. A revisão do VAR nesse contexto é considerada válida, pois a partida ainda não havia recomeçado.
Com a expulsão de Carrascal, o Flamengo, que já enfrentava um forte adversário, teve que se adaptar taticamente para o segundo tempo, atuando com um jogador a menos. A situação impôs desafios significativos à gestão de elenco do técnico, que precisou repensar suas opções e estratégias para manter a competitividade diante de um Corinthians encorajado pela vantagem numérica.
A expulsão também suscitou discussões entre os torcedores sobre a possibilidade de substituições em situações similares. No entanto, as regras são claras: a equipe não pode substituir um jogador expulso após uma revisão do VAR durante o intervalo, resultando na perda efetiva de um atleta em campo, que o Flamengo teve que suportar durante toda a segunda metade da partida.
A gestão desse novo cenário exigiu intensificação na leitura de jogo dos atletas e uma atuação coletiva mais coesa para compensar a falta de um jogador. Acondicionamento físico e a execução eficaz dos planos de jogo tornaram-se cruciais para o desempenho do time na busca pela manutenção do empate ou até pela vitória, diante das adversidades apresentadas.
A situação coloca em evidência a importância da disciplina e do controle emocional nas partidas, não apenas dos jogadores, mas também da equipe técnica. Com o resultado da partida comprometido pela expulsão, o Flamengo precisará reavaliar suas estratégias e ajustar o foco para os próximos compromissos na temporada, mantendo as expectativas elevadas no cenário do campeonato.
176 visitas - Fonte: Torcida Flamengo
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