EXCLUSIVO – Jogador do Krasnodar fala sobre sua trajetória no futebol europeu e elege Louis Van Gaal como o melhor treinador com quem trabalhou
Como tantos nomes do futebol brasileiro nos últimos anos, Ari saiu cedo do país para jogar na Europa. Talvez até cedo demais. Não que ele tenha algum arrependimento em relação à sua trajetória, cujos destaques foram uma artilharia em seu primeiro ano na Suécia, um título holandês e até um convite para se naturalizar russo e assim participar da próxima Copa do Mundo.
Mas aos 30 anos, Ari entende que há ainda há objetivos a serem vividos em solo brasileiro. Talvez no Fortaleza, clube que o revelou e onde conquistou um título do Campeonato Cearense, antes se mudar para o Velho Continente há 11 anos. Ou então, talvez no clube de seu coração e que permeia seus sonhos desde menino: o Flamengo.
Seu primeiro ano fora do Brasil foi, sem dúvida, o mais difícil. Além do choque cultural, a adaptação ao clima frio de Kalmar, cidade sueca onde Ari desembarcou para jogar no clube da cidade, também foi complicada. E apesar de todas as dificuldades, já em seu primeiro ano conquistou a artilharia do Allsvenskan, o Campeonato Sueco.
José Boto prevê europeus no Mundial: 'Vão encarar como pré-temporada'
Ao Mengocast, o diretor de futebol do Flamengo, José Boto, falou sobre como os clubes europeus devem encarar o Mundial de Clubes nos EUA, que o Rubro-Negro irá disputar em junho.
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