A renovação de contrato de praticamente todos os jovens utilizados no profissional faz o Flamengo prever, para este e os próximos anos, um patrimônio capaz de se transformar em recurso para fazer investimentos. Apenas a multa de Paquetá, R$ 200 milhões, a de Lincoln, que renovou ontem até 2023 com R$ 180 milhões para uma saída internacional, e a de Jean Lucas, volante que vale R$ 120 milhões, ultrapassam o orçamento de 2018, de R$ 477 milhões. Todos relacionados para o jogo de hoje, contra o Macaé, 19h30, assim como Vinicius Junior, de volta após suspensão.
A venda dos ativos, mesmo que por cifras inferiores, até pelo percentual do clube em alguns casos, aumentaria a capacidade de fazer caixa para o futebol e outras demandas do clube, como um estádio. Uma das metas da diretoria era elevar a receita com a venda de jogadores para contratações pontuais no começo da temporada..
Após o título da Copa São Paulo de Juniores, nomes como Lucas Silva e Pepé, que também voltaram a ser relacionados hoje, renovaram seus contratos e alcançaram uma multa no mesmo patamar de Vinicius Junior e Lincoln, de 45 milhões de euros. A participação do clube em termos de direitos econômicos é diferente em cada caso. O Flamengo tem 70% de Paqueta, 75% de Lucas Silva, 70% de Pepê e 100% de Lincoln. Ontem, o clube protegeu mais uma de suas joias. Lincoln assinou a renovação de seu contrato até 2013, que prevê um acordo prévio para um novo vínculo de cinco anos a valer a partir de janeiro de 2019, quando ele terá 18 anos.
Em 2017, o clube firmou a venda Vinicius ao Real Madrid e recebeu duas das três parcelas iguais. A terceira será recebida em janeiro de 2019, na faixa de R$ 50 milhões. Este ano, a meta de venda de jogadores era de R$ 15 milhões, e já foi superada. Não há qualquer perspectiva para se desfazer dos jovens para novas aquisições, mas a janela do meio do ano promete fortes emoções.
é isso aí valorizar a prata da casa