13/9/2013 08:59
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Manifestações contra diretoria do Flamengo estão ligadas à pressão por acordo do clube com Organizadas
Clube quer que as organizadas cedam a marca para uso comerciais pelo próprio Rubro-Negro. Direito de compra de meia-entrada foi cortado
Os dois protestos promovidos pelas quatro principais organizadas do Flamengo – Jovem Fla, Fla Manguaça, Raça e Urubuzada – nesta semana têm como pano de fundo a resposta à pressão da diretoria para que elas cedam as marcas para o clube, que visa fins comerciais no futuro.
As conversas acontecem há mais de um mês e as facções resistem em não assinar o contrato. O estopim, porém, que motivou as manifestações no Santos Dumont, no desembarque do time no domingo, e na porta da Gávea, na noite de terça-feira, foi o corte da venda das meia-entradas para as quatro facções desde a partida contra o Vitória, no dia 4, no Maracanã.
Essa facilidade, inclusive, já havia sido discutida e acordada com os líderes dessas torcidas. Cada uma delas teria direito a comprar 100 ingressos de meia-entrada. Em contrapartida, os torcedores deveriam colaborar para a expansão do projeto do sócio-torcedor, conseguindo membros para o programa.
Dentro desse ponto de comum acordo entre as partes, houve também consenso relativo à fabricação dos uniformes. Uma empresa do segmento de linha casual seria responsável por atender a demanda das facções e, ao lado do Flamengo, teria direito a ganho de royalties sobre as vendas. O restante do lucro seria das organizadas.
O LANCE!NET ouviu pessoas ligadas a duas dessas torcidas que confirmaram o imbróglio, que está longe de ter uma solução. Os torcedores prometem não ceder à pressão, apesar da retaliação.
Desde o fim do Campeonato Carioca, a alta cúpula do Flamengo procurou se aproximar das organizadas com receio de protestos por causa da campanha ruim. Um dos nomeados para orquestrar as tentativas de acordo foi Arthur Alexandre, assessor da presidência.
As conversas acontecem há mais de um mês e as facções resistem em não assinar o contrato. O estopim, porém, que motivou as manifestações no Santos Dumont, no desembarque do time no domingo, e na porta da Gávea, na noite de terça-feira, foi o corte da venda das meia-entradas para as quatro facções desde a partida contra o Vitória, no dia 4, no Maracanã.
Essa facilidade, inclusive, já havia sido discutida e acordada com os líderes dessas torcidas. Cada uma delas teria direito a comprar 100 ingressos de meia-entrada. Em contrapartida, os torcedores deveriam colaborar para a expansão do projeto do sócio-torcedor, conseguindo membros para o programa.
Dentro desse ponto de comum acordo entre as partes, houve também consenso relativo à fabricação dos uniformes. Uma empresa do segmento de linha casual seria responsável por atender a demanda das facções e, ao lado do Flamengo, teria direito a ganho de royalties sobre as vendas. O restante do lucro seria das organizadas.
O LANCE!NET ouviu pessoas ligadas a duas dessas torcidas que confirmaram o imbróglio, que está longe de ter uma solução. Os torcedores prometem não ceder à pressão, apesar da retaliação.
Desde o fim do Campeonato Carioca, a alta cúpula do Flamengo procurou se aproximar das organizadas com receio de protestos por causa da campanha ruim. Um dos nomeados para orquestrar as tentativas de acordo foi Arthur Alexandre, assessor da presidência.
Postado por
Thiago dos Reis
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1238 visitas - Fonte: Lance!
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