As contratações recentes do equatoriano Erazo e do argentino Mugni não foram meros chutes do Flamengo. A dupla também não acabou descoberta por DVDs ou indicação de empresários, como acontece em muitos clubes brasileiros.
Tudo porque o Rubro-Negro criou no ano passado uma grande rede de observadores espalhados pelo Brasil e pela América do Sul. Os olheiros estão atentos a todos os atletas e vão passando as informações para a diretoria, com sede no Rio de Janeiro.
Então, cria-se um enorme banco de dados, separando os atletas por posições e características. “Isso funciona muito bem, porque, quando se precisa por exemplo de um zagueiro que jogue pelo lado esquerdo, basta acessar nosso arquivo”, explica o responsável pelo futebol flamenguista, Paulo Pelaipe.
Antes, também com a ajuda desta rede de olheiros, o Flamengo havia buscado o atacante Paulinho, um dos destaques do time na conquista da Copa do Brasil do ano passado.
Além de mais baratos, por serem desconhecidos do grande público, esses reforços chegam à Gávea sem tanta pressão e têm mais tempo para conquistar seu espaço no time principal.
Postado por
Thiago dos Reis
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8150 visitas - Fonte: Torcida Flamengo
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