31/8/2026 20:52
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Artista responsável pelo mosaico do Flamengo no Maracanã revela bastidores, técnica de contorno e desafios contra o relógio para celebrar parceria com a Betano.
O impacto visual que tomou conta das arquibancadas do Maracanã antes do triunfo categórico por 3 a 0 sobre o Botafogo dependeu de um processo minucioso e coloca a logística artística totalmente em jogo. O ilustrador Tito, encarregado da concepção gráfica dos mosaicos rubro-negros, confirma os detalhes de bastidores e as soluções técnicas aplicadas para levantar o painel de 46 por 25 metros no Setor Leste, que celebrou um ano de parceria com a patrocinadora master Betano.
A complexidade da montagem nas cadeiras reage a uma rotina de prazos implacáveis entre os traços no computador e a distribuição física no estádio. O desenhista contesta a impressão de que o trabalho seja simples e admite o peso da pressão do cronômetro nos bastidores: um único dia de atraso no envio das artes compromete diretamente o corte dos papéis, a separação por assentos e a testagem de saneamento visual antes da abertura dos portões.
— A necessidade de entregar uma arte impecável para milhares de pessoas nos desafia muito em termos de calendário. O nosso maior obstáculo é o tempo; a equipe de produção admite que um único dia de atraso na ilustração tira a margem para checagens fundamentais. A responsabilidade com o espetáculo nos cobra precisão cirúrgica em cada etapa para não deixar margem de erro na hora em que o mosaico sobe. Não há nenhum acordo travado para improvisos de última hora; tudo precisa funcionar como um relógio — dispara o artista Tito nos bastidores da produção.
Para erguer o mosaico no clássico carioca, o projeto selecionou registros marcantes do último ano de contrato. Entre as imagens de destaque, a celebração do zagueiro Léo Pereira simulando tocar violino — gesto eternizado no Estádio Nilton Santos contra o próprio rival alvinegro — ganhou papel central.
Tito explicou que desenha traço por traço, aplicando cores sólidas e chapadas, além de recorrer a uma borda externa (outline) em cada atleta. O recurso foi a saída definitiva para encerrar o impasse de poluição visual, mantendo as figuras perfeitamente separadas e nítidas para o público mesmo quando agrupadas no mesmo espaço.
Cientes de que o clima de festa no estádio contagia os jogadores na perseguição ao topo do Campeonato Brasileiro, organizadores e torcedores cobram novas iniciativas visuais nos confrontos decisivos do segundo semestre. O Flamengo confirma que os mosaicos temáticos seguirão na pauta dos grandes jogos para transformar as arquibancadas em um caldeirão no mata-mata e na Série A.
A complexidade da montagem nas cadeiras reage a uma rotina de prazos implacáveis entre os traços no computador e a distribuição física no estádio. O desenhista contesta a impressão de que o trabalho seja simples e admite o peso da pressão do cronômetro nos bastidores: um único dia de atraso no envio das artes compromete diretamente o corte dos papéis, a separação por assentos e a testagem de saneamento visual antes da abertura dos portões.
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Para erguer o mosaico no clássico carioca, o projeto selecionou registros marcantes do último ano de contrato. Entre as imagens de destaque, a celebração do zagueiro Léo Pereira simulando tocar violino — gesto eternizado no Estádio Nilton Santos contra o próprio rival alvinegro — ganhou papel central.
Tito explicou que desenha traço por traço, aplicando cores sólidas e chapadas, além de recorrer a uma borda externa (outline) em cada atleta. O recurso foi a saída definitiva para encerrar o impasse de poluição visual, mantendo as figuras perfeitamente separadas e nítidas para o público mesmo quando agrupadas no mesmo espaço.
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Postado por
Enzo faciulli
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