10/5/2014 08:07
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Flamengo aposta na versatilidade para chegar à sua quarta final no NBB
Dono da melhor campanha na fase de classificação, time rubro-negro aparece entre os três primeiros colocados em seis das nove estatísticas por equipe da competição
Elenco do Flamengo ouve atentamente as instruções do técnico José Neto antes do treino (Foto: Thierry Gozzer)
Atual campeão brasileiro e da Liga das Américas, único time a chegar às semifinais em todas as edições do NBB e dono da melhor campanha da fase de classificação da temporada 2013/2014. Tudo isso já seria mais do que suficiente para apontar o Flamengo como grande favorito nas semifinais contra o Mogi das Cruzes, que começa nesta segunda-feira, às 19h, no Ginásio do Tijuca. Mas as armas da equipe comandada pelo técnico José Neto vão muito além. Além da vantagem de decidir a série melhor de cinco em casa, o time rubro-negro aposta na versatilidade de seu elenco para chegar à sua quarta decisão em seis temporadas. O SporTV transmite ao vivo e o GloboEsporte.com acompanha em tempo real a partida.
Se individualmente o Flamengo só tem o ala Marcelinho em primeiro lugar nos arremessos de três pontos, coletivamente a equipe rubro-negra aparece entre as três primeiras em seis das nove estatísticas da competição. Com os números a seu favor, José Neto explica que o sucesso coletivo em tantos fundamentos não aconteceram por acaso.
- As pessoas destacam sempre os números ofensivamente. É a nossa cultura, não tem jeito. Mas quando montamos essa equipe nós acreditávamos muito na versatilidade dos atletas para que o time pudesse ter várias formas ofensivas de jogar. Acho que essa característica do nosso elenco nos dá um crédito maior e aumenta as chances de vencermos essa série contra Mogi das Cruzes - afirmou José Neto.
Para ilustrar esses números, o treinador rubro-negro usa o exemplo do ala Marcelinho nas quartas de final contra Bauru. Depois de se destacar ofensivamente nos dois primeiros jogos da série com 16 e 31 pontos, respectivamente, a principal arma do Flamengo anotou apenas dois e cinco pontos nas vitórias nos jogos três e quatro.
- Muitos acham que o Marcelo foi decisivo na vitória no segundo jogo com 31 pontos. Nas duas partidas seguintes anotamos 92 e 84 pontos, ele pouco pontuou, mas teve uma importância enorme com rebotes e assistências para o time. Se pensarmos desde a temporada passada, temos diversos times dentro do grupo. Nós sempre convivemos com problemas de lesão e nunca deixamos de ser competitivo. Hoje é difícil falar que a referência ofensiva do Flamengo é esse ou aquele jogador. Todos têm sua importância - explicou Neto.
Capitão rubro-negro e um dos exemplos da versatilidade rubro-negra, Marcelinho concorda com o chefe e não se mostra surpreso com os números conquistados pelo elenco do Flamengo ao longo da temporada.
- Sinceramente, não me surpreendo com esses números. Nosso time talvez tenha sido o mais regular do campeonato, mesmo com tantos desfalques. Na estreia, por exemplo, jogamos sem três titulares, sem o Tony (Washam), que não havia chegado, e ganhamos de Brasília. Eu fiquei fora até a quinta rodada e o Marquinhos só voltou à equipe no final do primeiro turno, e nunca deixamos de brigar na parte de cima da tabela. Nós temos peças de reposição e conseguimos nos adaptar aos desfalques jogando em alto nível. Acho que isso tudo é mérito da diretoria e da comissão técnica que montaram um elenco muito homogêneo - disse Marcelinho.

Um das armas do Flamengo, Marcelinho destaca a importância de começar as semifinais em casa com vitória (Foto: Caio Casagrande / Bauru Basket)
Números e estatísticas à parte, Marcelinho elogia o adversário das semifinais e destaca a importância de vencer os dois jogos em casa.
- O equilíbrio tem aumentado a cada temporada e acho até que isso já poderia ter acontecido antes. Só comprova que é um campeonato forte e equilibrado e que muitas equipes podem chegar e surpreender. Favoritismo não ganha jogo. Mogi é uma equipe bem montada e com um jogo coletivo muito forte. É até difícil destacar um jogador em especial, pois muitos têm se destacado. É uma grata surpresa ver uma equipe que brigou até a última rodada para entrar nos playoffs ter a oportunidade de disputar uma decisão. Sabemos que é importante começar bem a série e esses dois jogos em casa são fundamentais. Espero que nosso torcedor compareça em peso ao ginásio do Tijuca e nos como sempre fez - elogiou Marcelinho.
Apesar do mando de quadra a favor e da força do treinador do Flamengo, o técnico José Neto destaca a evolução do time paulista e não esconde a preocupação com o jogo físico do Mogi das Cruzes.
- Mogi tem uma particularidade que é o jogo físico. Eles jogam com uma intensidade muito grande e gostam de contato. Isso me preocupa. Outro ponto forte deles é a torcida, que joga junto e coloca muito pressão. Sem falar que é um time que nos venceu em Mogi. Nossa única vantagem de ter ficado em primeiro lugar é o mando de quadra. Sabemos que fora de casa é duro, os adversários se potencializam. Os playoffs são um campeonato à parte e temos que fazer valer nossa força diante do nosso torcedor - - afirmou o comandante rubro-negro.
Atual campeão brasileiro e da Liga das Américas, único time a chegar às semifinais em todas as edições do NBB e dono da melhor campanha da fase de classificação da temporada 2013/2014. Tudo isso já seria mais do que suficiente para apontar o Flamengo como grande favorito nas semifinais contra o Mogi das Cruzes, que começa nesta segunda-feira, às 19h, no Ginásio do Tijuca. Mas as armas da equipe comandada pelo técnico José Neto vão muito além. Além da vantagem de decidir a série melhor de cinco em casa, o time rubro-negro aposta na versatilidade de seu elenco para chegar à sua quarta decisão em seis temporadas. O SporTV transmite ao vivo e o GloboEsporte.com acompanha em tempo real a partida.
Se individualmente o Flamengo só tem o ala Marcelinho em primeiro lugar nos arremessos de três pontos, coletivamente a equipe rubro-negra aparece entre as três primeiras em seis das nove estatísticas da competição. Com os números a seu favor, José Neto explica que o sucesso coletivo em tantos fundamentos não aconteceram por acaso.
- As pessoas destacam sempre os números ofensivamente. É a nossa cultura, não tem jeito. Mas quando montamos essa equipe nós acreditávamos muito na versatilidade dos atletas para que o time pudesse ter várias formas ofensivas de jogar. Acho que essa característica do nosso elenco nos dá um crédito maior e aumenta as chances de vencermos essa série contra Mogi das Cruzes - afirmou José Neto.
Para ilustrar esses números, o treinador rubro-negro usa o exemplo do ala Marcelinho nas quartas de final contra Bauru. Depois de se destacar ofensivamente nos dois primeiros jogos da série com 16 e 31 pontos, respectivamente, a principal arma do Flamengo anotou apenas dois e cinco pontos nas vitórias nos jogos três e quatro.
- Muitos acham que o Marcelo foi decisivo na vitória no segundo jogo com 31 pontos. Nas duas partidas seguintes anotamos 92 e 84 pontos, ele pouco pontuou, mas teve uma importância enorme com rebotes e assistências para o time. Se pensarmos desde a temporada passada, temos diversos times dentro do grupo. Nós sempre convivemos com problemas de lesão e nunca deixamos de ser competitivo. Hoje é difícil falar que a referência ofensiva do Flamengo é esse ou aquele jogador. Todos têm sua importância - explicou Neto.
Capitão rubro-negro e um dos exemplos da versatilidade rubro-negra, Marcelinho concorda com o chefe e não se mostra surpreso com os números conquistados pelo elenco do Flamengo ao longo da temporada.
- Sinceramente, não me surpreendo com esses números. Nosso time talvez tenha sido o mais regular do campeonato, mesmo com tantos desfalques. Na estreia, por exemplo, jogamos sem três titulares, sem o Tony (Washam), que não havia chegado, e ganhamos de Brasília. Eu fiquei fora até a quinta rodada e o Marquinhos só voltou à equipe no final do primeiro turno, e nunca deixamos de brigar na parte de cima da tabela. Nós temos peças de reposição e conseguimos nos adaptar aos desfalques jogando em alto nível. Acho que isso tudo é mérito da diretoria e da comissão técnica que montaram um elenco muito homogêneo - disse Marcelinho.

Um das armas do Flamengo, Marcelinho destaca a importância de começar as semifinais em casa com vitória (Foto: Caio Casagrande / Bauru Basket)
Números e estatísticas à parte, Marcelinho elogia o adversário das semifinais e destaca a importância de vencer os dois jogos em casa.
- O equilíbrio tem aumentado a cada temporada e acho até que isso já poderia ter acontecido antes. Só comprova que é um campeonato forte e equilibrado e que muitas equipes podem chegar e surpreender. Favoritismo não ganha jogo. Mogi é uma equipe bem montada e com um jogo coletivo muito forte. É até difícil destacar um jogador em especial, pois muitos têm se destacado. É uma grata surpresa ver uma equipe que brigou até a última rodada para entrar nos playoffs ter a oportunidade de disputar uma decisão. Sabemos que é importante começar bem a série e esses dois jogos em casa são fundamentais. Espero que nosso torcedor compareça em peso ao ginásio do Tijuca e nos como sempre fez - elogiou Marcelinho.
Apesar do mando de quadra a favor e da força do treinador do Flamengo, o técnico José Neto destaca a evolução do time paulista e não esconde a preocupação com o jogo físico do Mogi das Cruzes.
- Mogi tem uma particularidade que é o jogo físico. Eles jogam com uma intensidade muito grande e gostam de contato. Isso me preocupa. Outro ponto forte deles é a torcida, que joga junto e coloca muito pressão. Sem falar que é um time que nos venceu em Mogi. Nossa única vantagem de ter ficado em primeiro lugar é o mando de quadra. Sabemos que fora de casa é duro, os adversários se potencializam. Os playoffs são um campeonato à parte e temos que fazer valer nossa força diante do nosso torcedor - - afirmou o comandante rubro-negro.
Postado por
Marcos Shin
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1143 visitas - Fonte: Globoesporte.com
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