15/8/2014 07:50
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Após 14 rodadas, ataque do Flamengo tem seu pior desempenho na história dos pontos corridos
Alecsandro, entre os companheiros de Flamengo, promete que o time não terminará o campeonato como o pior ataque Foto: Alexandre Cassiano
Ser o homem-gol do Flamengo é uma pressão para qualquer jogador. E quando o time ostenta não só o pior ataque do campeonato como também o de sua própria história, este peso se torna do tamanho do mundo. Que o diga Alecsandro. O centroavante vê a equipe se tornar a que menos marcou pelo Rubro-negro no Brasileiro dos pontos corridos.
— Fico chateado por hoje o Flamengo estar sendo cobrado pelo pior ataque do campeonato. Me considero culpado por 90% disso. Mas, ao mesmo tempo, tenho tranquilidade de falar que é momentâneo, e as coisas vão voltar a acontecer.
Com apelido que remete a gols, ele quase não os vê. Em 14 rodadas, o Flamengo marcou apenas nove vezes. É o pior desempenho do ataque no torneio desde 2003. Em 2006, a equipe havia marcado 12 gols após 14 jogos. Esta era, até então, a pior marca do setor ofensivo rubro-negro.
Os números levaram o ataque à reflexão. Ele reconhece que tem culpa por eles não estarem saindo com tanta frequência. Mas, junto com o mea-culpa, lembra que a baixa produtividade do time não pode ser atribuída exclusivamente a ele.
— Eu, como responsável pelos gols, assumo que está faltando gol. Ponto. Aí já é avaliação técnica saber se a bola está chegando ou não está chegando, se a gente precisa de homem assim ou assado. É uma questão do treinador e da diretoria.
De fato, Alecsandro vem tentando fazer sua parte. Embora se movimente pouco e tenha dificuldade de escapar da marcação, é responsável por quase a metade dos gols do time no Brasileiro.
— Tenho quatro gols no campeonato. Tem quatro ou cinco jogadores que têm mais do que eu no Brasileiro. Então não é tão ruim assim. Lógico que poderia ter feito uns três ou quatro a mais e estaria até mais próximo do Ricardo Goulart — disse o Alecgol, referindo-se ao artilheiro do campeonato, com oito.
Sozinho, o meia cruzeirense tem um gol a menos do que todo o time rubro-negro, o que dá uma ideia da crise de ofensividade da equipe. Preocupado, o técnico Vanderlei Luxemburgo dedicou quase todo o treino de ontem a cruzamentos e conclusões a gol.
— Eu não vou ser o pior atacante e nem o Flamengo vai ter o pior ataque. Nós não estamos nem na metade do campeonato ainda — ressaltou o camisa 19 rubro-negro.
Confira o desempenho do ataque rubro-negro após 14 rodadas em cada uma das edições do Brasileiro de pontos corridos:
2014: 9 gols
2013: 17 gols
2012: 18 gols
2011: 27 gols
2010: 13 gols
2009: 19 gols
2008: 27 gols
2007: 23 gols
2006: 12 gols
2005: 17 gols
2004: 16 gols
2003: 23 gols
Ser o homem-gol do Flamengo é uma pressão para qualquer jogador. E quando o time ostenta não só o pior ataque do campeonato como também o de sua própria história, este peso se torna do tamanho do mundo. Que o diga Alecsandro. O centroavante vê a equipe se tornar a que menos marcou pelo Rubro-negro no Brasileiro dos pontos corridos.
— Fico chateado por hoje o Flamengo estar sendo cobrado pelo pior ataque do campeonato. Me considero culpado por 90% disso. Mas, ao mesmo tempo, tenho tranquilidade de falar que é momentâneo, e as coisas vão voltar a acontecer.
Com apelido que remete a gols, ele quase não os vê. Em 14 rodadas, o Flamengo marcou apenas nove vezes. É o pior desempenho do ataque no torneio desde 2003. Em 2006, a equipe havia marcado 12 gols após 14 jogos. Esta era, até então, a pior marca do setor ofensivo rubro-negro.
Os números levaram o ataque à reflexão. Ele reconhece que tem culpa por eles não estarem saindo com tanta frequência. Mas, junto com o mea-culpa, lembra que a baixa produtividade do time não pode ser atribuída exclusivamente a ele.
— Eu, como responsável pelos gols, assumo que está faltando gol. Ponto. Aí já é avaliação técnica saber se a bola está chegando ou não está chegando, se a gente precisa de homem assim ou assado. É uma questão do treinador e da diretoria.
De fato, Alecsandro vem tentando fazer sua parte. Embora se movimente pouco e tenha dificuldade de escapar da marcação, é responsável por quase a metade dos gols do time no Brasileiro.
— Tenho quatro gols no campeonato. Tem quatro ou cinco jogadores que têm mais do que eu no Brasileiro. Então não é tão ruim assim. Lógico que poderia ter feito uns três ou quatro a mais e estaria até mais próximo do Ricardo Goulart — disse o Alecgol, referindo-se ao artilheiro do campeonato, com oito.
Sozinho, o meia cruzeirense tem um gol a menos do que todo o time rubro-negro, o que dá uma ideia da crise de ofensividade da equipe. Preocupado, o técnico Vanderlei Luxemburgo dedicou quase todo o treino de ontem a cruzamentos e conclusões a gol.
— Eu não vou ser o pior atacante e nem o Flamengo vai ter o pior ataque. Nós não estamos nem na metade do campeonato ainda — ressaltou o camisa 19 rubro-negro.
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2012: 18 gols
2011: 27 gols
2010: 13 gols
2009: 19 gols
2008: 27 gols
2007: 23 gols
2006: 12 gols
2005: 17 gols
2004: 16 gols
2003: 23 gols
Postado por
Marcos Shin
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1013 visitas - Fonte: Extra Globo
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