23/11/2016 21:56
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Botafogo setorizará Engenhão e quer fazer do estádio alternativa ao Maraca
Padilha revela planejamento para reduzir custos do estádio e o abre para Flamengo, Fluminense e Vasco desde que "seja bom para eles e melhor ainda para a gente"
Engenhão vai poder receber jogos de Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco em 2017 (Foto: Richard Souza)
Enquanto vive seus últimos momentos na Arena da Ilha do Governador, o Botafogo se prepara para voltar em 2017 ao Engenhão, rebatizado de Estádio Nilton Santos. E a diretoria traça uma administração diferente: vai setorizar o estádio para diminuir os custos de operação. A ideia é abrir os setores de acordo com a demanda de público. Por exemplo, partidas de grande apelo terão carga máxima – a capacidade total é de 45 mil, mas segundo ofício da CBF de janeiro a liberação atual é para 34.171 pessoas –; já nos jogos menores, partes da arquibancada ficarão fechadas, como explica o vice-presidente social e de comunicação do Alvinegro, Marcio Padilha.
– Nossa casa é o Nilton Santos, não temos outra casa. Ele está sendo adaptado para receber jogos de pequeno, médio e grande porte. Estamos fazendo um planejamento, setorizando o estádio para, conforme a necessidade, ir abrindo os setores até completar a lotação. Vai ocupando o setor conforme a necessidade para evitar abrir o estádio todo para o mínimo de ocupação. É uma coisa planejada para o mínimo de despesas possível – afirmou.
Durante o evento "Movimento Por Um Futebol Melhor", na noite da última terça-feira em São Paulo, Padilha revelou ainda um outro plano de uso do Nilton Santos: aproveitar o alto custo operacional do Maracanã estádio para disponibilizar o Engenhão para aluguel. E, assim, transformá-lo em uma alternativa aos rivais. Participando do mesmo encontro, o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, mostrou-se favorável à ideia.
– O Maracanã infelizmente se tornou um estádio muito caro, a operação em dia de jogo é muito cara. Estamos vendo a possibilidade de sermos um estádio alternativo ao Maracanã, que Flamengo, Fluminense e Vasco possam fazer jogos no Nilton Santos. O Botafogo é cavalheiro, nossa ideia é que o nosso estádio possa ser utilizado pelos outros clubes, mas que seja bom para eles e melhor ainda para a gente – explicou Padilha.
O dirigente alvinegro contou também que a "Light", que havia cortado a energia elétrica do Engenhão por uma dívida de mais de R$ 1 milhão do período olímpico, já instalou o novo relógio no estádio a pedido do Botafogo e que agora eles estão acabando de limpar o local. A intenção é abrir o Nilton Santos também aos moradores e transformá-lo em uma área de lazer no Engenho de Dentro, Zona Norte do Rio de Janeiro, onde está localizado.
– Atividades de atletismo, ter pequenos serviços como lavanderias, lanchonetes... Para que o morador do entorno possa usar o estádio. Há um estacionamento imenso, academia de ginástica, de esportes olímpicos, judô, jiu jitsu, espaço para tatames à vontade... É um estádio muito grande, muito grande. Estamos fazendo esse plano de ocupação, negociando com algumas empresas e acho que 2017 vai começar uma nova era do Nilton Santos. Sem sombra da Olimpíada, porque tudo o que a gente fazia sabia que seria desmontado em 2016. Muito difícil para negociação uma coisa que em determinado momento vai acabar.
Enquanto vive seus últimos momentos na Arena da Ilha do Governador, o Botafogo se prepara para voltar em 2017 ao Engenhão, rebatizado de Estádio Nilton Santos. E a diretoria traça uma administração diferente: vai setorizar o estádio para diminuir os custos de operação. A ideia é abrir os setores de acordo com a demanda de público. Por exemplo, partidas de grande apelo terão carga máxima – a capacidade total é de 45 mil, mas segundo ofício da CBF de janeiro a liberação atual é para 34.171 pessoas –; já nos jogos menores, partes da arquibancada ficarão fechadas, como explica o vice-presidente social e de comunicação do Alvinegro, Marcio Padilha.
– Nossa casa é o Nilton Santos, não temos outra casa. Ele está sendo adaptado para receber jogos de pequeno, médio e grande porte. Estamos fazendo um planejamento, setorizando o estádio para, conforme a necessidade, ir abrindo os setores até completar a lotação. Vai ocupando o setor conforme a necessidade para evitar abrir o estádio todo para o mínimo de ocupação. É uma coisa planejada para o mínimo de despesas possível – afirmou.
Durante o evento "Movimento Por Um Futebol Melhor", na noite da última terça-feira em São Paulo, Padilha revelou ainda um outro plano de uso do Nilton Santos: aproveitar o alto custo operacional do Maracanã estádio para disponibilizar o Engenhão para aluguel. E, assim, transformá-lo em uma alternativa aos rivais. Participando do mesmo encontro, o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, mostrou-se favorável à ideia.
– O Maracanã infelizmente se tornou um estádio muito caro, a operação em dia de jogo é muito cara. Estamos vendo a possibilidade de sermos um estádio alternativo ao Maracanã, que Flamengo, Fluminense e Vasco possam fazer jogos no Nilton Santos. O Botafogo é cavalheiro, nossa ideia é que o nosso estádio possa ser utilizado pelos outros clubes, mas que seja bom para eles e melhor ainda para a gente – explicou Padilha.
O dirigente alvinegro contou também que a "Light", que havia cortado a energia elétrica do Engenhão por uma dívida de mais de R$ 1 milhão do período olímpico, já instalou o novo relógio no estádio a pedido do Botafogo e que agora eles estão acabando de limpar o local. A intenção é abrir o Nilton Santos também aos moradores e transformá-lo em uma área de lazer no Engenho de Dentro, Zona Norte do Rio de Janeiro, onde está localizado.
– Atividades de atletismo, ter pequenos serviços como lavanderias, lanchonetes... Para que o morador do entorno possa usar o estádio. Há um estacionamento imenso, academia de ginástica, de esportes olímpicos, judô, jiu jitsu, espaço para tatames à vontade... É um estádio muito grande, muito grande. Estamos fazendo esse plano de ocupação, negociando com algumas empresas e acho que 2017 vai começar uma nova era do Nilton Santos. Sem sombra da Olimpíada, porque tudo o que a gente fazia sabia que seria desmontado em 2016. Muito difícil para negociação uma coisa que em determinado momento vai acabar.
Postado por lairson lopes de souza - 1366 visitas - Fonte: Globoesporte
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