15/8/2013 20:09
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Sem renato Flamengo agora tem outro homem das bolas paradas
Ex-camisa 11 marcou 25 gols de falta pelo clube. Jejum já durava 17 jogos, mas gol de zagueiro contra o Goiás renova esperança da torcida na jogada
Mais do que apenas um gol. Ao ver o chute perfeito da entrada da área tocar no travessão e balançar a rede de Renan, Chicão não estava somente empatando a partida com o Goiás para o Flamengo, quarta-feira, no Serra Dourada, pelo Brasileirão. Ali, o zagueiro assumia também o posto de novo cobrador de faltas da equipe.
Condição que não ficou vaga por muito tempo, mas que desde a saída de Renato Abreu se transformou em um ponto de interrogação na Gávea.
Artilheiro do Flamengo na década, o antigo camisa 11 marcou 25 gols de falta pelo clube. Somente este ano, foram três. E desde os dois últimos, na vitória sobre o Campinense, na Paraíba, pela Copa do Brasil, no dia 1 de maio, a carência na equipe estava evidente. Eram 17 partidas sem balançar as redes desta maneira - 12 desde que Renato deixou o clube. Chicão mostrou que pode resolver o problema e promete se dedicar para cumprir as expectativas.
- Tenho que trabalhar no dia a dia, procurar fazer o meu papel, para estar pronto nas oportunidades. É preciso criar alternativas, procurar surpreender o adversário e fazer os gols. Contra o Goiás, estava bastante concentrado e procurei observar o goleiro. Vi que ele não estava vendo a bola e era importante que ela passasse da barreira. Estava muito próximo, não adiantava colocar força, porque a bola tem que subir e cair.
Estatísticas apontam que nove dos 43 gols marcados pelo zagueiro na carreira saíram de cobranças de falta. Apesar de não ter a resposta com exatidão, Chicão garante que já fez mais e lembra quando descobriu que tinha esse dom.
- Comecei a treinar no Juventude (2005-2006), com o Dorival (Jr.). Nunca me inspirei em ninguém. Olho grandes batedores, muitos com vários gols bonitos, mas procurei sempre fazer o meu trabalho.
Atualmente, a intensidade nos treinamentos não é tão grande. Com o calendário apertado e a idade de 32 anos, Chicão admite que muitas vezes o descanso é a melhor opção. Quando há brecha, porém, ele se dedica a trabalhos específicos.
- O tempo de recuperação do atleta hoje em dia é muito pequeno. Já temos outro jogo no domingo. Procuro treinar sempre que tenho oportunidade, quando não estou cansado. Até para não ficar desgastado.
A junção de cobranças de faltas com o Flamengo leva naturalmente a associação ao nome de Zico. Chicão, por sua vez, não aceita tamanha responsabilidade.
- Não, não. Não vamos comparar com ele - disse, aos risos.
No período entre a saída de Renato Abreu e a chegada de Chicão, João Paulo tentou assumir o posto de homem das bolas paradas, mas nunca sequer assustou os goleiros adversários. Além do zagueiro, André Santos também surge como possível cobrador atualmente.
Condição que não ficou vaga por muito tempo, mas que desde a saída de Renato Abreu se transformou em um ponto de interrogação na Gávea.
Artilheiro do Flamengo na década, o antigo camisa 11 marcou 25 gols de falta pelo clube. Somente este ano, foram três. E desde os dois últimos, na vitória sobre o Campinense, na Paraíba, pela Copa do Brasil, no dia 1 de maio, a carência na equipe estava evidente. Eram 17 partidas sem balançar as redes desta maneira - 12 desde que Renato deixou o clube. Chicão mostrou que pode resolver o problema e promete se dedicar para cumprir as expectativas.
- Tenho que trabalhar no dia a dia, procurar fazer o meu papel, para estar pronto nas oportunidades. É preciso criar alternativas, procurar surpreender o adversário e fazer os gols. Contra o Goiás, estava bastante concentrado e procurei observar o goleiro. Vi que ele não estava vendo a bola e era importante que ela passasse da barreira. Estava muito próximo, não adiantava colocar força, porque a bola tem que subir e cair.
Estatísticas apontam que nove dos 43 gols marcados pelo zagueiro na carreira saíram de cobranças de falta. Apesar de não ter a resposta com exatidão, Chicão garante que já fez mais e lembra quando descobriu que tinha esse dom.
- Comecei a treinar no Juventude (2005-2006), com o Dorival (Jr.). Nunca me inspirei em ninguém. Olho grandes batedores, muitos com vários gols bonitos, mas procurei sempre fazer o meu trabalho.
Atualmente, a intensidade nos treinamentos não é tão grande. Com o calendário apertado e a idade de 32 anos, Chicão admite que muitas vezes o descanso é a melhor opção. Quando há brecha, porém, ele se dedica a trabalhos específicos.
- O tempo de recuperação do atleta hoje em dia é muito pequeno. Já temos outro jogo no domingo. Procuro treinar sempre que tenho oportunidade, quando não estou cansado. Até para não ficar desgastado.
A junção de cobranças de faltas com o Flamengo leva naturalmente a associação ao nome de Zico. Chicão, por sua vez, não aceita tamanha responsabilidade.
- Não, não. Não vamos comparar com ele - disse, aos risos.
No período entre a saída de Renato Abreu e a chegada de Chicão, João Paulo tentou assumir o posto de homem das bolas paradas, mas nunca sequer assustou os goleiros adversários. Além do zagueiro, André Santos também surge como possível cobrador atualmente.
Postado por
lairson lopes de souza
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1192 visitas - Fonte: Globo Esporte
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