30/8/2013 09:53
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Mesmo empolgado com Maraca, Fla adota cautela em negociações
Questão financeira ainda não é satisfatória. Clube se mostra insatisfeito com modelo de gestão do estádio e cogita união entre os quatro grandes do Rio
A arquibancada lotada, o recorde de público e o clamor popular com o velho grito “O Maraca é nosso“ – no confronto contra o Cruzeiro –, até animaram a diretoria do Flamengo, mas não a ponto de que haja uma precipitação nas negociações para a utilização do Maracanã.
Isto porque, mesmo com o recorde de público nesta nova era pós-reforma (com 47.103 pagantes), a questão financeira ainda não atingiu patamares satisfatórios. Segundo o LANCE!Net apurou, tais quantias não têm pesado negativamente para o Rubro-Negro, mas sim para o Complexo Maracanã Entretenimento S.A., empresa que gerencia o estádio.
Prova disto é que a cúpula analisa os montantes arrecadados no Maracanã e no Mané Garrincha e lembra que, no caso do estádio de Brasília, não há intermediários e o clube negocia diretamente com o governo do Distrito Federal.
Por outro lado, a prova de que a diretoria avaliou positivamente o que viu na última quarta-feira é que a decisão de mandar o jogo contra o Botafogo, pelas quartas de finais da Copa do Brasil, já é tida como quase certa.
Diversas vezes, a cúpula demonstrou ter consciência do poder de barganha que o Flamengo tem para a utilização do Maracanã. E por isso mesmo tem apontado com calma para as negociações.
Uma das intenções do Fla é, inclusive, que haja uma união entre os quatro maiores clubes do Rio de Janeiro em uma tentativa de que possa existir uma discussão no modelo de gestão do estádio.
Enquanto isto, o Mané Garricha é tido como a segunda casa rubro-negra no Brasileiro, mesmo que a primeira, o Maracanã, esteja, ainda, apenas no imaginário do torcedor rubro-negro carioca.
Isto porque, mesmo com o recorde de público nesta nova era pós-reforma (com 47.103 pagantes), a questão financeira ainda não atingiu patamares satisfatórios. Segundo o LANCE!Net apurou, tais quantias não têm pesado negativamente para o Rubro-Negro, mas sim para o Complexo Maracanã Entretenimento S.A., empresa que gerencia o estádio.
Prova disto é que a cúpula analisa os montantes arrecadados no Maracanã e no Mané Garrincha e lembra que, no caso do estádio de Brasília, não há intermediários e o clube negocia diretamente com o governo do Distrito Federal.
Por outro lado, a prova de que a diretoria avaliou positivamente o que viu na última quarta-feira é que a decisão de mandar o jogo contra o Botafogo, pelas quartas de finais da Copa do Brasil, já é tida como quase certa.
Diversas vezes, a cúpula demonstrou ter consciência do poder de barganha que o Flamengo tem para a utilização do Maracanã. E por isso mesmo tem apontado com calma para as negociações.
Uma das intenções do Fla é, inclusive, que haja uma união entre os quatro maiores clubes do Rio de Janeiro em uma tentativa de que possa existir uma discussão no modelo de gestão do estádio.
Enquanto isto, o Mané Garricha é tido como a segunda casa rubro-negra no Brasileiro, mesmo que a primeira, o Maracanã, esteja, ainda, apenas no imaginário do torcedor rubro-negro carioca.
Postado por
Thiago dos Reis
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889 visitas - Fonte: Lance!
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