A situação do pipoqueiro Tito, ameaçado de ser ‘expulso’ da Gávea, é motivo de polêmica. Um grupo liderado por Leonardo Ribeiro, presidente do Conselho Fiscal, começa nesta sexta-feira a recolher assinaturas pela permanência do vendedor, que há 30 anos, segundo o Capitão Léo, circula com sua carrocinha pelo clube. O protesto mira Clément Izard, gerente do Fla-Gávea.
A diretoria, por meio da assessoria de imprensa, informa que Tito não está proibido de entrar no clube, mas não descarta a possibilidade, apoiada no estatuto. Há também a chance de o pipoqueiro receber autorização para continuar.
“Até o Zico já comeu a pipoca dele. O mais irônico é que usaram o lampião do Tito na votação para presidente do Conselho Deliberativo. Havia faltado luz na Gávea, e as velas não eram suficientes. Agora querem cobrar aluguel dele?”, questionou Capitão Léo.
A assessoria nega que o pipoqueiro terá que pagar taxa. O grupo que organiza o abaixo-assinado reclama ainda que, agora, os funcionários só podem usar os banheiros perto do campo, e não mais os da sede, o que a assessoria confirmou. Outra reclamação, de que os funcionários estariam proibidos de comprar no bar da piscina, foi negada.
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